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Série B: Resumão!

Semifinais

Data: 08/03/2024
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E AÍ BOLEIRAGEM!





Finalmente a competição vai chegando em seus momentos finais, mas com um roteiro muito difícil de se imaginar. Tivemos duas partidas disputadas com cenário muito semelhante, e surpreendente dirão alguns. Mas numa altura dessas nada poderia ser considerado surpresa, como as partidas fizeram questão de nos mostrar. Vamos aos resumos!





TOQUEIRA 2 (1) x (2) 2 MONTREAL: Como dissemos na análise anterior a expectativa era alta para essa partida, e o prognóstico foi satisfatoriamente confirmado. O clube do Pau-Ferro estava lotado para as semifinais, e todos que assistiram a partida estavam escolhendo seus lados. Os times apresentavam um desfile de craques: Léo Gol, Higor Luan, Mancada, Vytin, Kevin, Felipinho, Bochecha e muitos outros. E com o detalhe importante que se tratavam de duas equipes ofensivas. O primeiro tempo foi mais prolífico no quesito de gols marcados, e quem saiu na frente foi a equipe rossonera com o volante Gilson aproveitando bela escorada de Felipinho aos 14 minutos. A partida cresceu em emoção até o primeiro gol do Montreal, anotado por Mancada aproveitando-se de uma indefinição da defesa adversária. Esse gol motivou o time branco e dourado que se lançou ao ataque mas foi surpreendido com um balaço de Higor, já no finzinho levando o 2x1 de vantagem para a segunda etapa. Etapa esta que mantinha a ofensividade mas ficou muito mais física. Isso fez com o que o goll de empate do Montreal saísse em mais um lance em que a defesa do Toqueira deu uma bobeada e novamente Mancada estava ligado para mais uma vez empatar a partida. Daí em diante a tensão tomava conta da atmosfera e um novo herói começava a aparecer. O Toqueira se lançou ao ataque e teve muitas chances de gol (assim como o próprio Montreal). Mas todos os ataques pararam nas luvas de Portugal além dos que iam pra fora. A confiança foi se tornando aflição para o time rubro-negro enquanto o final da partida se aproximava. Já o Montreal vislumbrava uma melhora, uma vez que se classificou vindo de um empate e ainda contava com a experiência de um time campeão. Enfim vieram os shootouts. Na primeira parcial tanto Sami (Toqueira) quanto Higor deixaram os seus. Na segunda parcial, Higor Luan parou em bela defesa de Portugal, enquanto Kevin marcou o 2x1 com extrema categoria. Na terceira parcial o craque e camisa 10 do Toqueira carregava a responsabilidade de manter vivas as esperanças do time, só que do outro lado estava um confiante Goleiro, que parou todas investidas adversárias durante a partida e havia recém defendido um shootout. A corrida de Vyctor foi cadenciada enquanto Portugal parecia um predador farejando sua presa. Quando Vytim deu o toque tirando do paredão adversário o mesmo já estava na entrada da área, fazendo com que a bola fosse para fora e fazendo a torcida explodir de emoção com mais uma final conquistada pelo Montreal, que agora almeja o topo: subir à elite e conquistar um bicampeonato raro na Liga.





FÊNIX 3 (1) x (2) 3 ZERO GRAU: Logo em seguida também tivemos um confronto, que antes do início trazia um favorito claro nas bets e se tratava do Fênix, um verdadeiro selecionado de atletas da Série A, e que formavam a base vencedora da última Série B com o Celtic. Como desafiante aparecia o Zero Grau, que já havia derrubado um gigante na rodada anterior e se sentia muito confortável com a condição de azarão rotulada pela comunidade do fut7. A partida começou com tudo com o Fênix buscando se impor contra um time que estava completamente ciente de suas forças e demonstrava ter feito uma ótima observação de seu adversário, pois além de conseguir anular seus pontos fortes ainda encontrava espaços para fortes investidas contra o gol adversário. Após tanta troca de ataques em um jogo que privava o embate físico e vontade, quem saiu na frente foi o Fênix, aos 23 com Índio, em jogada individual partindo de seu próprio campo até a finalização. A explosão de alegria durou apenas até a saída de bola, pois dentro do mesmo minuto com o capitão Bigão após passe preciso de Mateuzinho. O time verde e preto ainda conseguiu a virada nos acréscimos com gol de Ruan, causando uma forte sensação no clube e um ambiente de surpresa e expectativa para o que veríamos na volta do intervalo. E o segundo tempo nos trouxe todo esse clima umas 3 vezes mais intenso, até que o Fênix renascesse de suas próprias cinzas e empatasse aos 13, com gol de Barroca. A essa altura a segunda semifinal lembrava a que havia acontecido minutos antes, mas a ofensividade seria recompensada aos 22 com o Zero Grau passando mais uma vez à frente do placar, dessa vez com o craque Mateusinho, no que seria o placar da partida até o contestado gol de Gui Tavares (acharam que não teria) anotado nos acréscimos e que causou muita reclamação e discussão, mas não alterou o placar final de 3x3 e mais uma semifinal decidida no shootout. A disputa se iniciou com o Zero Grau, logo marcando com Mateuzinho não dando chances para o goleiro, mas… o tento foi anulado por não haver autorização pela equipe de arbitragem. Todo o ritual foi realizado novamente, porém dessa vez a finalização foi defendida por Ochoa, enchendo o Fênix de esperanças uma vez que anotou sua primeira cobrança com Salgado. Durante o processo de anulação do primeiro shootout o goleiro Kiu foi muito provocado, chegando a bater boca com a torcida, e isso levava a crer que poderia desestabilizá-lo na segunda parcial. Ledo engano, pois o goleirão conseguiu parar o artilheiro Gui Tavares, logo após ter vibrado bastante com a batida perfeita de Cleytinho, que havia aberto o placar dessa disputa para o Zero Grau. O 1x1 levava a terceira parcial a possibilidade de decisão da partida. E Lebinho pôs o Zero Grau em vantagem com batida de classe na saída de Ochoa. E aí tivemos a última cobrança, cara a cara Lucas e Kiu, Fênix, lutando pela possibilidade de continuar sonhando e Zero Grau a uma defesa do passaporte para final. Lucas partiu na corrida quando viu o paredão verde e preto multiplicando de tamanho e impedindo a finalização perfeita. Mais uma explosão de alegria e perplexidade de quem torceu contra, e uma heroica classificação. Ao Fênix o quarto lugar parece insuficiente, mas deve ser motivo de orgulho e de uma continuidade do projeto.



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